Uma das doceiras mais conhecidas da cidade recém inaugurou uma simpática cafeteria na esquina da comercial da 308 sul. Além dos doces tão belos e saborosos, oferece salgados diversos e um buffet de lanches a partir das 15h por R$24,90 cada pessoa. A casa ainda está se adaptando e vale a pena acompanhar essa apetitosa evolução!
Sabe aqueles finais de tarde onde tudo o que se quer é uma boa companhia para uma conversa descontraída? O Empório Marzuk é uma ótima opção para isso. O lugar é bem aconchegante, proporciona aos clientes um gostinho das arábias em um ambiente decorado com tecidos esvoaçantes presos ao teto e apresentações de dança do ventre exibidas em uma tela. Também oferece opções de produtos importados e/ou tipicamente utilizados na cozinha árabe, para aqueles que preferirem preparar pratos em casa ou fazer essa sensação das arábias durar um pouquinho mais.
É possível comer no local ou levar para casa. O cardápio de salgados conta com esfirras, quibes (frito e cru), charutos, pastas como hommus e ariche, shanklish, entre outros. Além disso, podemos escolher doces típicos com nozes e pistache, por exemplo, com ou sem calda de flor de laranjeira – o mahazer. Alerto que com a calda fica bastante doce…
A comida é vendida por peso ou unidade e anotada em uma comanda. Pedimos no balcão e uma das simpáticas atendentes nos leva até a mesa. É possível pedir sentados também, mas prefiro olhar no balcão o que tem de interessante, afinal, o processo de comer bem começa pela visão!
Por ter dois ambientes, o empório e o lugar de comer, o estabelecimento não oferece muitas mesas. Por isso não fique chateado se chegar e não encontrar lugar para se sentar. Você pode levar as guloseimas para casa ou, quem sabe, se arriscar preparando algum prato árabe em casa.
O friozinho tá aí… Muitas vezes a chuvinha quer nos empurrar pra cama e pra debaixo das cobertas. Olha, muitas vezes vale a pena dar o braço a torcer e ficar quietinho em casa, curtindo esse tempo gostoso. Mas quero dar uma dica pra vocês que quiserem ir à luta e sair de casa apesar da cama convidativa.
O Fellini Caffè é um ótimo incentivo pra sair de casa. Situado na comercial da 104 Sul, este agradável café se mostrou como uma ótima opção para terminar o meu domingo, após uma tarde no CCBB, com minhas amigas Thereza e Vevé.
Chegamos lá e a primeira impressão foi muito boa. As mesas que ficam no exterior da casa são separadas da calçada por várias plantas tropicais que crescem em treliças. Na parede externa temos quadros que complementam uma decoração agradável. Além disso, se você tiver oportunidade, sente-se nas poltronas que ficam na área externa. Tenho certeza que o café ficará ainda mais gostoso.
Tomei um suco de abacaxi com hortelã (oi? como assim, tomar suco num café???) e pedi uma porção de bruschettas. Devo dizer que a as bruschettas do Café são super gostosas. E pelo preço são uma opção em conta pra quem quer conhecer o local sem gastar muito.
Minhas amigas pediram um suco de laranja com mamão (super aprovado!) e um chá natural de hortelã. Este é feito com folhas frescas de hortelã e é bem suave. Uma ótima opção pra dias frios.

Depois ainda tomei um espresso muito bom. E pelos meus parcos conhecimentos de café, este estava impecável.

Pra vocês verem como eu curti o local, eu voltei no outro dia com a Clara. Tomei um Moccha e comi pães de queijo. Ela experimentou a empanada de queijo com tomate seco. Estão aprovadíssimos.
Todas estas opções que eu citei foram super em conta. Esta foi uma oportunidade de ir a um lugar bastante agradável, com um atendimento bom, música ambiente e decoração muito boas e sem gastar muito.
Em um próximo post eu vou escrever sobre a outra parte do cardápio, que se dedica a massas e cremes. Adianto que estas opções de pratos não chegam a ser caras, dada a média de Brasília, mas eu simplesmente não pude experimentar destas vezes.
Então termino esta avaliação com a curiosidade do que me espera no resto do cardápio do Fellini Caffè. E quer saber? Pelo que eu vi, acho que não me decepcionarei.
Hummmm… Onde almoçar nesse próximo Sábado?
Gosta de feijoada?
Gosta de feijoada bem feita?
Gosta de feijoada bem feita e por um precinho camarada?
Gosta de feijoada bem feita, por um precinho camarada, num restaurante com higiene confiável e sem longas filas para se servir?
Eu também.
Descobri o Chaminé quando meu amigo André me convidou para almoçar lá, num sábado. Desde então já voltei mais duas vezes, levando minha família. Eles adoraram.
O Chaminé é um restaurante e chopperia situado na comercial da 402 Norte. Durante a semana funciona como um self-service à quilo (R$16,90 por quilo, se não me engano). Nunca fui comer lá durante a semana. Mas aos sábados é servida uma ótima feijoada por R$ 10,90 por pessoa (e pode comer à vontade!!!).
Posso dizer que a receita simples está mais do que aprovada! A feijoada é muito gostosa. É servida em diversas panelas para que o cliente se sirva conforme a sua vontade. Tem a panela do feijão, outra com rabo e orelha, outra com costelinha, e por aí vai… Ah, não posso me esquecer dos acompanhamentos tradicionais: farofa, laranja, couve e torresmo!
E a cozinha tá sempre esperta! Em nenhuma das vezes que fui lá deixaram faltar nada nas panelas. Estão sempre repondo. Tudo fresquinho e gostoso!
Tenho certeza de que este é mais um “Deliciem-se”!
Para quem não está muito disposto a se esbaldar e pagar caríssimo comendo comida japonesa em algum buffet da cidade, uma boa opção é o Hajimê, na quadra 100 do Sudoeste.
O lugar é bem simpático, e, nisso também incluam-se os atendentes. A comida é paga por peso e existem dois preços, um para pratos quentes (34 reais o quilo) e outro para os frios e os camarões (58 reais o quilo), e giram por volta de 50 reais o quilo. Eles oferecem variedades de sushis, sashimis (salmão, polvo, pescada branca e atum), yakissoba, camarões fritos e empanados, enfim, o básico da culinária japonesa do Brasil – sério mesmo, a gente aqui anda meio distante da verdadeira cozinha nipônica, né!
Então, fica a dica para os dias em que aparece aquela vontade de comer comida japonesa boa, rápida e pagando exatamente pela quantidade que comer. Hai, hai!
PS: acabo de saber que a casa é 24 horas. Um diferencial e um alento para quem precisar procurar comida japonesa de madrugada para uma grávida desejosa (ok, péssima essa!)
O post de hoje é para homenagear algo inédito ocorrido na capital desse país: hoje, pela primeira vez, meu pai admitiu ir a um restaurante natureba. Muita gente vai pensar “nossa, grande coisa”. Mas as pessoas que pensarem isso não conhecem meu pai! Ele não admite comer uma refeição sem um traço de carne. Toda vez que vou fazer um simples espaguete, com tomate e manjericão, ele já pergunta: “cadê o bacon? Cadê o presunto parma?”.
Mas hoje, eu e minha mãe o convencemos: “lá tem peixe, vai dar tudo certo, não precisa ter medo! Hoje, inclusive, vai ter feijoada*!“. E, milagrosamente, ele topou ir ao Naturetto!
E não, não estou falando da versão profana que foi aberta na Asa Sul, onde tem, inclusive, uma churrasqueira! Estou falando do quase original Naturetto da Asa Norte: aquele que, quando ainda estava do outro lado da rua, não servia nem peixe. Aquele que quando você come, se sente mais saudável. Aquele que não tem arroz sem ser integral. Aquele ali, na 405 norte.
Para alguns, comida natural parece algo completamente sem graça e sem tempero. Mas vejo essa visão como sendo preconceituosa ou proveniente de uma má experiência com restaurantes desse tipo. Frequento o Naturetto, geralmente com minha mãe, há mais ou menos 10 anos e não tem uma só vez que fomos ao restaurante e não saímos de lá completamente satisfeitos (pra não dizer explodindo de tanto comer) e com pena de não termos conseguido provar tudo que queríamos provar. Sim, o tempero deles é muito bom. E fora isso, eles trabalham muito bem na apresentação dos pratos. E eu não estou falando de algo simples, uma vez que o serviço deles é de buffet. Todos conhecem bem a experiência de se chegar em um restaurante self-service e dar de cara com aquela comida revirada.
E, devo acrescentar, eles lançam mão de um recurso que qualquer restaurante pode usar: as cores das comidas. Vemos tantas cores nos pratos do Naturetto que nos perdemos nesse colorido. Hoje, quando eu estava me servindo, não consegui sair da parte de salada. Meu prato se encheu lá mesmo. Esse é um grande perigo do Naturetto (e eles já perceberam isso!). O prato sempre enche e, como eles não são bobos nem nada, colocaram um prato daqueles beeem grandes para enchermos.
Além do serviço a quilo na hora do almoço, o restaurante da Asa Norte tem, pela noite, caldos, sopas, tortas e outras pequenas delícias. Mas confesso não poder escrever tão bem sobre a comida servida pela noite, pois só fui ao restaurante nesse horário uma vez e já tem algum tempo, mas lembro de ter saído bem feliz de lá também.
Gostaria de deixar pra vocês apenas uma dica imperdível de lá: a torta de banana! Não vá ao Naturetto sem se servir da torta de banana que fica no buffet junto com as comidas quentes. Eu sempre almoço olhando para a tortinha no meu prato, doido para comê-la de sobremesa.
*Só para deixar claro que a feijoada do Naturetto, obviamente, não é feita com porco, mas de carne de soja, cenoura, quiabo, etc. Pobre pai…
Ah! Estamos na flor da idade! Que coisa boa, saber que temos toda uma vida pela frente! Que podemos nos divertir, sair com amigos, conhecer gente nova! Que podemos comer o que quiser e depois é só malhar um pouquinho que seja pra já começar a ver os resultados! Ah, a juventude é uma benção! E deixa eu te falar, essa nova “geração saúde” tá com tudo, viu!
O post de hoje é pra falar sobre um restaurante que conseguiu ser o primeiro “point” da 413 Norte, trazendo posteriormente vários outros estabelecimentos para a quadra: Bendito Suco.
O Bendito Suco tem a proposta de ser um local para os amigos do esporte e da natureza, aqueles que gostam de dar um jump na cachu, de sair pra fazer uma trilha ou pedalar no fim de semana, enquanto ouvem a Jack Johnson e um reggaezinho… A turma do chinelo, da bermuda, do açaí e que nem sonharia em trocar uma saladinha orgânica com um suquinho por um hambúrguer com coca-cola.
Bem, tá certo que eu estou longe de me encaixar nesse grupo. Quantas vezes e não troquei o suco pelo refri? Mas, será que mesmo eu, um jovem-que-luta-contra-o-sedentarismo-e-que-adora-McDonald’s, encontraria seu espaço lá no Bendito Suco? Vamos acompanhar!
A primeira impressão que se tem logo ao chegar à loja é muito boa. A decoração, as cores, as plantas, as obras de arte, tudo está em harmonia para mostrar o estilo da loja. Tudo colorido e em harmonia, criando um ambiente bastante agradável. Eu percebi diferenças entre visitar o Bendito suco de dia ou de noite: as plantas, de dia, e a iluminação das obras de arte, de noite, trazem climas diferentes.
Primeiramente, se você for na sexta ou no sábado à noite, vai ser um problema encontrar uma mesa. Lá fica lotado nos fins de semana! Mas sempre tem gente chegando e saindo, então geralmente não se espera muito por uma mesa. Se não quiser esperar nada, uma sugestão agradável é ir numa tarde de sábado, pra tomar um suquinho. Se possível, sente-se nos bancos rústicos, que ficam no exterior do prédio, e aproveite a paisagem… É bem bacana…
Vamos ao cardápio? O xodó da casa são os sucos, obviamente… Pense em qualquer combinação possível e eles terão. Eu adoro as combinações de amora, morango. Adoro também quando tem água de coco. E os smoothies são especiais, pra quando você quiser radicalizar tomando um suquinho! Uhuuul! Não tem muito erro não, viu! O forte deles são os sucos e se você escolher um combinação que agrade ao teu paladar, você estará garantido.
Já as comidas.. Bem… Digamos que como “fazedores de sanduíches e saladas” eles são ótimos “fazedores de suco”! Ah, gente, não curti nem um pouco os sanduíches deles com pães sírios, e abacaxi. Não são saborosos e são super caros pelo que oferecem. Tá certo que podem ser até saudáveis, mas isso não quer dizer que não precisam ser gostosos, não é?
E as saladas? Tendo em vista que não exigem nenhuma (ou pouca) preparação especial, já que são combinações de folhas e ingredientes, eu as achei muuuito caras pelo que oferecem.
Então, fazendo um balanço geral, o resultado é positivo. O Bendito Suco tem um local muito bom e bonito com sucos gostosos! Pode ir se deliciar com os sucos! Já a comida…
Operário padrão é aquele que acorda bem cedo, prepara a marmita, enrola no pano-que-serve-de-guardanapo junto com o garfo e sai para o trabalho com o sol raiando. Ok, eu não sou uma operária padrão. Às vezes esqueço a marmita em casa. E, num desses dias, estava eu no shopping que fica bem no meio da cidade, o Conjunto Nacional. O nome realmente caiu como uma luva já que reúne um “conjunto” de opções mais diversas. De chaveiro a boutique de luxo, de banco a loja de edredons.
E eis que essa miscelânea veio bem a calhar, como sempre. Subindo a escada rolante que sai de dentro da Riachuelo, no 1º piso, me deparo com a visão de um oásis quando se está morrendo de sede. Tudo bem, eu só estava com fome, já que era a hora do almoço, mas quem diria que não é extremamente agradável descobrir um lugarzinho novo, aparentemente aconchegante, sem aquela muvuca da praça de alimentação do 2º piso e que, voilà, vende comida?!
Commo Gastronomia é o nome do restaurante, encrustrado na praça da saída da Riachuelo, bem no final da parte norte do shopping. De uma lojinha estreita saem os garçons com os pratos solicitados pelos clientes mediante pagamento prévio. Funciona assim: ao entrar na área das mesas, delimitada por uma decoração com orquídeas, é feito o pedido e o pagamento antes mesmo de se sentar à mesa. A proposta da casa é oferecer um fast-food com classe. Os garçons tentam ser solícitos, ainda que o horário do rush gastronômico dificulte isso.
Os pratos são do tipo executivo, com opções de montá-los ou escolher algum que já venha pronto. Ao optar pela montagem, pode-se escolher um tipo de carne (preços variando em torno de R$15,00) e demais acompanhamentos cobrados separadamente. Eles custam até R$5,00, aproximadamente, e contam com salada, arroz, farofa, batatas, massa, etc. Escolhi um que já vinha pronto: picadinho com arroz e farofa de banana. A porção é boa para quem está com fome, como eu naquele caso, e o custo benefício é bom, se contarmos também o ambiente e o atendimento. A casa oferece alguns tipos de carne, como filés e picadinho, peixe (vi apenas salmão) e massas.
A localização é bem interessante, uma vez que, ao chegar, você já vê se é possível tentar um lugar ali ou se vai direto para o apinhado de gente do outro piso. O atendimento conta com garçons educados, que tentam manter-se calmos e solícitos. A presença do dono merece ser destacada, está sempre atento a qualquer deslize e procura corrigi-lo. Pude perceber isso já que o prato da amiga que almoçava comigo demorou e descobrimos mais tarde, junto aos pedidos de desculpas do dono, que o pedido não havia chegado até a cozinha. O prato chegou tarde. E a casa mereceu e merece um voto confiança.
Nessa semana é oficial: dia 21 de junho, às 11h28, entramos no inverno! Mesmo que a cidade já esteja em clima de inverno desde o começo desse mês com essa onda de frio que faz com que seja cada dia mais difícil sair de baixo das cobertas.
Além de dormir, nós do Em Gula temos uma outra arte que é maravilhosa e combina muitíssimo com o inverno: comer! Vamos dar algumas dicas aqui do que comer pra se aquecer um pouco mais em nossa cidade gélida.
Um lugar que fizemos a crítica recentemente e que cai muito bem nesse inverno é o Café Savana. É claro que um café, um chocolate quente ou um capuccino vai bem nesse clima friozinho, mas o que eu tenho pra recomendar do Savana são as sopas e cremes que eles servem na panhoca (aquele pão italiano redondo, com a casca bem dura). Vocês que ainda não conhecem, não sabem o que estão perdendo! Cada dia tem uma sopa ou creme diferente e os pãezinhos de batata que eles servem junto com manteiga são maravilhosos!
Outros cafés que vocês podem se aquecer nesse inverno são o Martinica e o Café A Capella, ambos já falados aqui. Um outro lugarzinho que eu me esquentei esses dias, tomando um cappuccino em uma charmosa caneca azul, acompanhado de uma boa torta de frango, foi o Cobogó, na 704/5 norte (perto da Esquina Mineira). Se você estiver passando por perto, vale a pena dar uma conferida. Ele fica em uma loja de artigos de design que fogem um pouco do lugar comum que vemos em Brasília (mesmo a loja tendo a cara de Brasília!).
E os fondues?! Tenho uma ótima recomendação para os apaixonados: o Chez Fondue na 407 sul. Ambiente super intimista, oferece um ótimo fondue com uma deliciosa batata rösti e ótimos vinhos para acompanhar. Eu já vi no cardápio que eles oferecem raclette e, se for no padrão do fondue deles, acredito que deva ser muito boa. Uma ótima sugestão para o inverno.
Outra ótima opção para o frio são as noites do Panelinha. Eles têm um ótimo sistema de aquecimento com brasas, temperadas com canela, exalando um delicioso aroma, para complementar seus ótimos e fartos pratos. Finalmente, encerro o post recomendando um vinho no Rayuela, melhor ainda se for naqueles sofazinhos do andar de cima se vocês conseguirem reservar.
Espero que vocês aproveitem o inverno para degustar todas essas oportunidades quentes de Brasília!



















