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Confesso ser um grande fã da grande metrópole brasileira: São Paulo. Vez ou outra me pego sentindo saudades da grande diversidade cultural e gastronômica que aquela cidade oferece. Não, não sou um chato que adora São Paulo e menospreza Brasília. Gosto muito de Brasília e acho um lugar muito agradável para se morar. Porém, apesar de estar contente com a crescente melhora da oferta brasiliense, ainda não podemos competir com a presteza e o dinamismo que observamos na capital paulistana.
Nesse final de semana tive o prazer de ir mais uma vez à casa de pizza Valentina Pizzaria, na 214 norte, lugar que me faz sentir um gostinho de São Paulo, desde o atendimento eficiente até o sabor da pizza.
A casa tem um ambiente interno e outro externo – com um importantíssimo detalhe para pessoas que não gostam de cigarros: o ambiente externo está dividido entre ambiente fumante e não-fumante, deixando ambos os tipos de pessoas mais à vontade. A decoração do restaurante foi muito bem pensada. Podemos acompanhar, atrás de um grande balcão, a elaboração das pizzas. No salão interno da casa podemos ver ainda uma adega climatizada que traz um charme ao ambiente, além de assegurar a boa temperatura dos vinhos.

O atendimento foi bem eficiente. Assim que nos sentamos nos foi entregue o cardápio, juntamente com a carta de vinhos – um ponto positivo, pois, geralmente, temos que pedir aos garçons pela carta de vinhos. Eu sempre gosto de olhar os vinhos oferecidos pela casa, preços, mesmo que eu não vá tomar no dia, para que eu possa saber se o local apresenta uma boa diversidade e preços razoáveis para se apreciar uma taça ou outra de vez em quando.
Depois de escolhida, a pizza chegou a nossa mesa em menos de 15 minutos! Considero um recorde na história das pizzarias brasiliense. Mais rápido que isso só nas pizzarias Molho de Tomate e Dom Bosco, onde as pizzas ficam prontas na vitrine.

Fizemos um pedido bastante comum, mesmo que a oferta de pizzas fosse bastante diversificada: a pizza pedida era metade calabresa tradicional (que não tinha queijo) e metade portuguesa. O sabor da pizza era sublime! A abundância dos ingredientes, muito bem selecionados, juntamente com o bom azeite disponível na mesa, trouxe uma ótima combinação.
A relação custo-benefício foi boa. Mesmo que o preço da pizza não seja dos mais baratos (a conta deu quase 40 reais pra duas pessoas, sem bebida alcoólica), o serviço, o ambiente e o delicioso sabor da pizza fazem da Valentina Pizzaria classificar-se para DELICIEM-SE com louvor. Nada como um bom atendimento!
AVISO: caros leitores, não se assustem com o ódio reprimido que perceberão nessas linhas. Seu destinatário é o Pedro Felipe, não vocês…
Atendendo a um pedido encarecido de meu “amigo”, Pedro Felipe (AKA Pedroka), fui ao seu aniversário na creperia Tio Gu Café, que fica localizada na comercial da 413 Sul.

Bem, o que posso dizer?
Vamos começar pelo nome? “Tio Gu Café Creperia”. É um nome curioso, pois é ao mesmo tempo uma creperia e um Café. Tirando o fato que é só uma creperia. Claro, tem café pra servir, mas não acho que ser um Café se dá apenas pelo fato de ter café no cardápio, não é gente?
Pesquisei no google e achei o blog deles, mas não encontrei o motivo do nome. Acho que a explicação é simples: os donos se auto-intitulam de Café por acreditarem que são, sim, um Café. Bem, eu que não vou discutir com eles. Afinal, não acho que exista uma avaliação criteriosa do que pode ou não ser considerado um Café, não é mesmo? No fim das contas é uma boa desculpa pra puxar assunto com o vizinho no elevador (“Qual sua opinião? o ‘Tio Gu Café Creperia’ é café ou creperia?”).
Bem, quanto à outra parte do nome, não há dúvidas: é efetivamente uma creperia. E muito competente, por sinal. Há uma grande variedade de crepes, cujos nomes remetem a praias brasileiras. Segundo seu site, são mais de 40 variedades e, se quiser, poderá aprender a preparar seu crepe com a equipe. Isso vocês vão ter de ver na prática, pois eu não pedi…
O ambiente é uma atração por si só. Há um surfista prateado pendurado no teto e umas obras de arte psicodélicas nas paredes. Na verdade, mais lembra um bar praiano… Só que é creperia (e café). E os garçons seguem a estilo “paz e amor” praiano. São simpáticos e relax.
Eu comi um crepe de calabreza com queijo. Gostei bastante. Só que preciso ainda abrir minha mente ao mundo dos crepes. Na verdade, acho que eles (os crepes em geral) são muito simples para custarem tanto. Meu colega de “emgula”, Gabriel, comeu um de camarão e vou deixá-lo falar pra vocês o que achou. Fique tranqulo, se você gostar de crepes, a casa será um prato cheio. É uma ótima alternativa à panelinha Crepe au Chocolat e C’est si bon.

Outra coisa, fiquei com água na boca com os crepes doces. Tenho de voltar para provar!

