You are currently browsing the monthly archive for janeiro 2010.

Meio de semana, hora do almoço. Na busca por um lugar diferente dos shoppings lotados ou dos restaurantes self-services mais próximos e nada acolhedores, a pedida da vez foi comida chinesa no Grande Muralha.  Escondido na parte de trás da comercial de entrequadra,  oferece opção de se sentar em ambiente climatizado ou do lado de fora (em uma espécie de “aproveitamento” do espaço externo). E isso faz bastante diferença nos últimos tempos de calor infernal ou de tempestades súbitas.

O ambiente é tranquilo e permite que se possa conversar com as pessoas com quem se está sem precisar gritar ou fazer esforço para escutá-las.  Ponto a favor, principalmente para quem anda cansado da bagunça que costuma ser o horário do almoço.

O cardápio oferece pratos com carnes bovinas, suínas, frango, peixe, opção vegetariana, enfim, tem para todos os gostos. O engraçado é ver que os menus de combinações de carne bovina e frango  são espelhados, ou seja, o mesmo prato é feito em duas versões.

Nossa pedida foi o frango xadrez ao ninho (ou coisa assim). A porção é generosa, vem com arroz colorido, e serve bem 3 pessoas famintas que já tenham comido rolinho primavera antes. Ao final, a pergunta que não quis calar foi: chineses usam mesmo batata-palha para fazer o “ninho”? É difícil imaginar esse ingrediente na época da origem do prato, na China imperial de trezentos e tantos anos atrás…

Recomendo, pela tranquilidade na hora do almoço e pelos pratos bem feitos!

 

 

 

 

De todas as virtudes, talvez a mais difícil - em todos os aspectos – seja a fidelidade. Afinal, se ser infiel é ser esquecediço – pois, a fidelidade é a virtude da memória -, nem sempre ser fiel a algo ou alguém faz disso uma virtude ou até mesmo sinal de sabedoria. Não há como jurarmos por nossos sentimentos no futuro, já que isso é algo que foge do nosso controle e, mais que tudo, qual seria o sentido de se manter sempre fiel a algo que já perdeu seu significado? Ser fiel incondicionalmente já está mais para fanatismo que para virtude, já que esta sempre pede por bom senso e discernimento. (E talvez todos os males do mundo sejam consequências de problemas de semântica).

 

Não que eu fosse cliente a ponto de ser merecedora de um cartão-fidelidade-golden do Nippon -restaurante localizado na 403 sul-do-inferno-pra-estacionar e considerado por muitos ” o melhor japonês de Brasília” – mas costumava frequentá-lo no ano passado e ele figurava no meu TOP five da semana.

 

Como o forte de Brasília é o turismo gastronômico, nas duas semanas em que a-minha-mãe-preferida (aquela que me pariu) passou na minha casa (que na verdade é um apartamento) foi aquela correria bem-servida e calórica. E foi a noite de quarta do roteiro que reservei para passarmos uma hora na fila de espera do Nippon. A fila é o primeiro item do menu “entradas” do Nippon e costuma sempre variar de 40 minutos (nunca menos que isso) a uma hora.

 

Lá por volta de dez e pouco da noite, conseguimos uma mesa e daí pra conseguir ser atendida por um garçom levou mais um tempinho. Ultimamente, tenho sonhado com isso: http://fotos.estadao.com.br/restaurante-hi-tech-restaurante-alemao-substitui-garcons-por-computadores-e-trilhos,galeria,120,2972,,,0.htm?pPosicaoFoto=5. Na minha listinha do você-tem-direito-a-três pedidos, penso em substituir a paz mundial pelo atendimento high tech (que no fim, teria mais ou menos a mesma proporção de bem à humanidade – brasiliense, é claro. Mas não dizem tanto pra “pensar global e agir local”?).

 

Optamos pelo rodízio e preenchemos as folhinhas de pedidos com toda a fome de quem passou uma hora na fila. Como dizia Betinho, quem tem fome tem pressa. E parecia que só nós tínhamos fome e também pressa. Depois de mais uns vinte minutos, chegou algumas coisas que tínhamos pedido de entrada. Em seguida, o sashimi e sushi. Devido a minha aguçada capacidade de percepção e agilidade matemática, percebi que tinha algo estranho com o pedido. Das 21 peças de salmão que pedimos, só vieram 9. Foi quando eu fiz a imensa besteira de comentar isso ao garçom enquanto ele nos servia. Daí ele retirou o prato e levou pro sushiman contar de novo e consertar. Mais tempo de espera.

 

Pedi mais wassabi pro garçom e não tenho muita certeza se foi isso, minha reclamação das contas do sushiman ou minha mãe ter perguntado sobre o oshibori que eles não oferecem - ou tudo isso – que despertaram uma antipatia do garçom que resolveu meio-que-me-ignorar. E quando o chamei para reclamar que o missoshiru não veio, ele me aconselhou  “pede de novo, então!”. Obedeci. Pede folhinhas de novo, preenche de novo, pede missoshiru de novo. Nova espera. De novo as coisas vindo fora de ordem. Entrada, sashimi, entrada, sushi, entrada. E nada de missoshiru. Mas aí já estavam limpando as mesas, apagando as luzes e fechando as portas.

 

Chamei o garçom pra pedir a conta e pedi pra “cancelar o missoshiru”, tipo aquela última chance de salvar sua dignidade depois de ter seu orgulho ferido. Fiquei a base de guaraná antartica mesmo. Fail total.

 

 


Olá a todos!

Primeiramente, quero desejar, em nome da equipe do blog, um ótimo 2010 a todos os nossos leitores, cheio de opções para deliciarmo-nos aqui em Brasília!

Inauguramos este ano assim como concluímos o passado: falando de salgados e docinhos. O estabelecimento escolhido dessa vez foi a confeitaria Tacho, situada na comercial entre as Áreas Octogonais 1 e 2.

Assim como alguns de meus posts, este também tem um ar nostálgico. Explico-me: era nessa confeitaria que eu lanchava sempre quando era criança, geralmente ao voltar da natação ou do cursinho de inglês. E eu não sei se para mim ela tem aquele gostinho de infância, que é impossível de se competir, mas eu adoro os salgadinhos de lá!

Bem, como já foi explicitado, a casa é uma confeitaria especializada em salgados, doces e tortas. Tudo é muito gostoso, mas o xodó da casa é a coxinha com catupiry. Na verdade, apesar de todos falarem dessa tal coxinha (que é realmente muito gostosa), ela não é a minha preferida. Sempre que vou no Tacho, eu escolho o croquete de carne. Ai, ele é muito gostoso. As tortas são igualmente gostosas, sempre molhadas e nem um pouco enjoativas (fato muito importante para que não é super fã de doces, como eu).

Bem, a casa é uma ótima opção para um lanche a tarde, ou para encomendar salgados para uma festa. Com certeza é uma opção segura para quem quiser deliciar-se.

Enquete

Em Gula no Twitter!

Números

  • 85,546 Acessos

Mais Estatísticas

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.